A História de ‘Glauber...

Em um universo onde a arte se reinventa a cada traço e material, surge um nome que tem se destacado pela ousadia e pela singularidade de sua técnica: Glauber da Makkita. Mais do que um artista plástico, Glauber é um pioneiro, reconhecido mundialmente por transformar a força da serra mármore ,conhecida popularmente como Makita em delicadeza, emoção e memória eterna. Da cerâmica à inovação A trajetória de Glauber começou com a paixão pela cerâmica e pela vontade de eternizar rostos, sentimentos e histórias de uma forma inédita. Enquanto muitos artistas recorrem a pincéis, cinzéis ou instrumentos tradicionais, Glauber encontrou na […]

Da recepção de hospital...

A trajetória de Andreia é um exemplo de perseverança e transformação profissional. Formada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Direito pela Universidade São Judas, ela construiu um percurso diversificado que, ao longo de quase duas décadas, consolidou-se no mercado imobiliário. O início foi marcado pela disciplina. Aos 12 anos, ingressou no mercado de trabalho como recepcionista em um hospital. Ainda jovem, conciliou múltiplos empregos no setor de telemarketing para custear seus estudos universitários. Esse esforço a levou a atuar no Complexo Damásio de Jesus, onde exerceu a função de professora assistente, experiência que poderia tê-la conduzido à carreira […]

VI Festival de Ópera...

Com um brilho operístico que já se tornou marca registrada, o VI Festival...

Ana Castela visita o...

Iniciativa faz parte das ações sociais da embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos Créditos: Felipe Franco Fotos em alta Na tarde desta segunda-feira (25), Ana Castela visitou o Hospital de Amor, em Barretos (SP), reconhecido como o maior centro oncológico gratuito da América Latina. Em um momento de emoção e solidariedade, a cantora, embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos, chegou de surpresa fantasiada de Boiadeirinha – personagem principal de seu desenho animado – e oficializou a entrega de uma Brinquedoteca destinada às crianças em tratamento na unidade hospitalar, uma iniciativa realizada por meio do Instituto AgroPlay.Acompanhada pela equipe do hospital e por representantes do Instituto AgroPlay, Ana […]
InícioGeralMPF arquiva investigação...

MPF arquiva investigação contra IFRJ após quatro anos de apuração

Decisão reforça narrativa de perseguição: Diretor-Geral foi alvo de grupo que se recusava a abrir mão do poder e da hegemonia política no campus

Foram quatro anos de espera, resistência e desgaste para, finalmente, o Ministério Público Federal (MPF) encerrar uma investigação que jamais deveria ter sido aberta. O arquivamento marca o fim de um processo que nasceu de uma denúncia infundada contra o Diretor-Geral do campus São João de Meriti do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), impulsionada não pela busca da verdade, mas por uma clara tentativa de retaliação e perseguição política de um grupo que não aceitava ver sua hegemonia histórica questionada.

Esse mesmo grupo, disfarçado de guardião da democracia, tentava se perpetuar no poder a qualquer custo, inclusive por meio da instrumentalização de uma fábrica de denúncias para criminalizar adversários e fragilizar a gestão que se propunha a romper o ciclo de privilégios e promover a democratização real dos espaços institucionais. Agora, com o arquivamento oficial do MPF, como já ocorrera anteriormente pela Comissão de Ética da Presidência da República, o tempo revela os verdadeiros propósitos por trás das acusações: silenciar, isolar e destruir a reputação política de uma liderança legitimamente eleita, que se recusou a pactuar com velhas estruturas.

A acusação, formulada em 2021, girava em torno da suposta prorrogação indevida, durante a pandemia, dos mandatos do Colegiado de Campus (CoCam), o que motivou a abertura da investigação. O MPF, após minuciosa análise, concluiu que não houve crime, ratificando a legalidade dos atos praticados. A denúncia revelou-se desprovida de base jurídica e, mais do que isso, parte de uma engrenagem mais ampla de sabotagem política e perseguição institucional.

Perseguição institucional: assédio e tentativa de silenciamento

Nos bastidores, o caso é considerado um dos mais emblemáticos da rede federal de educação do país no que diz respeito ao assédio moral vertical ascendente e à perseguição política, especialmente contra lideranças negras e progressistas. O Diretor-Geral do campus, homem negro, ativista dos direitos humanos, forjado há mais de uma década nas lutas sociais e democráticas, tornou-se alvo direto de uma elite corporativa do funcionalismo público que não admitia a perda de controle, tampouco a mudança de paradigmas administrativos.

A denúncia, https://www.youtube.com/watch?v=3guSS4-_46s , foi usada como ferramenta para impedir avanços democráticos, travar a governança participativa e estancar o processo de renovação política no campus. A gestão, eleita com apoio da maioria da comunidade acadêmica, passou a ser sabotada por setores resistentes à mudança, que reagiram com isolamento, litigância de má-fé, abuso de instrumentos sindicais, hostilidade cotidiana e tentativas de criminalização simbólica. Esses grupos, agora desmascarados, agiram como uma minoria barulhenta e autoritária que, em nome da “legalidade”, se opunha à legitimidade e à voz da maioria.

A ética como discurso seletivo

O caso escancara o uso oportunista de bandeiras como a ética e a legalidade. Para além da decisão judicial, fica a lição amarga de como conceitos como democracia, ética e participação podem ser manipulados para encobrir interesses escusos de manutenção do status quo. Trata-se de uma tentativa deliberada de domesticar a crítica, enfraquecer o contraditório e impedir que a comunidade acadêmica fosse ouvida em sua pluralidade.

Ao contrário do que prega o discurso institucionalizado por esses setores, o que se viu foi a prática da exclusão, da segregação interna e da criminalização da autonomia administrativa. E, ao fim, quem pagou o preço foram os estudantes vítimas indiretas de um ambiente tóxico fomentado por interesses pessoais e políticos.

Reação firme, resposta institucional, compromisso com a legalidade e a reconstrução do ambiente acadêmico

Com o arquivamento da investigação, o CoCam, cujo seu regulamento atualizado e aprovado democraticamente em 2021 está absolutamente legitimado. A gestão reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a participação institucional, tendo já instituído a comissão responsável pelo novo processo eleitoral.

Diante das vacâncias, e com base em ampla escuta da comunidade por meio eletrônico, inclusive os antigos denunciantes comporão a comissão eleitoral — um gesto de maturidade institucional que prioriza a coletividade, mesmo quando exige superar antagonismos. Esta decisão está amparada por método aprovado no âmbito do próprio CoCam.

Nosso foco está em fortalecer os espaços de diálogo e reconstruir um ambiente acadêmico saudável. Ética não pode ser instrumento de ocasião precisa ser compromisso constante e coerente. Seguimos firmes nesse propósito, com responsabilidade e respeito à diversidade de ideias.

O silêncio que pesa mais do que a acusação

É nesse ponto que se revela uma segunda violência: a institucional. Como pode uma instituição que se diz promotora de integridade silenciar e, em certos momentos, até legitimar práticas de perseguição e assédio? A omissão diante do adoecimento de servidores, das injustiças internas e das ações políticas excludentes é um alerta vermelho.

É preciso transformar o discurso em ação. E essa mudança passa por rever comportamentos, acolher o contraditório, ouvir os que resistem e promover o respeito à diversidade de pensamento. A cultura institucional do IFRJ precisa ser reconstruída com base em valores reais e não em aparências protocolares.

O símbolo de resistência democrática

O Diretor-Geral do campus participou do evento “Promovendo um ambiente organizacional saudável” https://www.youtube.com/watch?v=N5XPdJSMThE , promovido pela Fundação Casa de Rui Barbosa, onde debateu-se a ética pública ao lado de referências como a desembargadora aposentada Kenarik Boujikian. Sua presença simboliza que é possível, sim, resistir à perseguição e continuar promovendo valores republicanos mesmo diante de ataques persistentes. Não por acaso, foi reconhecido por outras instituições como exemplo de resistência ética e coragem administrativa.

A democracia resiste

O arquivamento do MPF é mais do que uma vitória jurídica. É uma resposta simbólica da democracia contra os que tentam usá-la apenas como fachada. Uma advertência contra práticas autoritárias que ainda persistem em diversas instituições públicas e que precisam ser enfrentadas com coragem, transparência, justiça e ação coletiva.

O caso serve de lição para o futuro. Demonstra que é preciso garantir a pluralidade, defender a legitimidade das urnas, zelar pelos espaços coletivos e, acima de tudo, proteger quem ousa fazer o certo mesmo quando isso significa enfrentar forças organizadas em nome da injustiça.

Como disse a escritora Conceição Evaristo: “Eles combinaram de nos matar, a gente combinamos de não morrer”.

Para saber mais e acompanhar a trajetória do Professor Rodney:

🔗 Website: www.todasAsVOZESEmUmIFRJ.com.br  📘 Facebook: www.facebook.com/professorRodneyIFRJ  📸 Instagram: www.instagram.com/professorRodneyIFRJ  🌐 Linktree: www.linktr.ee/professorRodneyIFRJ 👥 Convite exclusivo: https://entrar.todasAsVOZESEmUmIFRJ.com.br/convite.php?pai=361

Continue reading

A História de ‘Glauber da Makkita’: O artista que transforma a Makita em poesia visual

Em um universo onde a arte se reinventa a cada traço e material, surge um nome que tem se destacado pela ousadia e pela singularidade de sua técnica: Glauber da Makkita. Mais do que um artista plástico, Glauber é um pioneiro, reconhecido mundialmente por transformar a força da serra mármore ,conhecida popularmente como Makita em delicadeza, emoção e memória eterna. Da cerâmica à inovação A trajetória de Glauber começou com a paixão pela cerâmica e pela vontade de eternizar rostos, sentimentos e histórias de uma forma inédita. Enquanto muitos artistas recorrem a pincéis, cinzéis ou instrumentos tradicionais, Glauber encontrou na […]

Da recepção de hospital ao mercado imobiliário: A trajetória de Andreia

A trajetória de Andreia é um exemplo de perseverança e transformação profissional. Formada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Direito pela Universidade São Judas, ela construiu um percurso diversificado que, ao longo de quase duas décadas, consolidou-se no mercado imobiliário. O início foi marcado pela disciplina. Aos 12 anos, ingressou no mercado de trabalho como recepcionista em um hospital. Ainda jovem, conciliou múltiplos empregos no setor de telemarketing para custear seus estudos universitários. Esse esforço a levou a atuar no Complexo Damásio de Jesus, onde exerceu a função de professora assistente, experiência que poderia tê-la conduzido à carreira […]

VI Festival de Ópera de Pernambuco tem “Grand Finale” no Teatro Santa Isabel

Com um brilho operístico que já se tornou marca registrada, o VI Festival de Ópera de Pernambuco se encaminha para seu grand finale neste fim de semana. O evento, que homenageou as contribuições de três ícones da cultura —...